
Clara Lazen, aluna do quinto ano da escola secundária de Kansas City, descobriu uma nova molécula durante a aula de ciências.
Segundo Kenneth Boehr (professor de Clara), a menina criou algo inteiramente novo. A estrutura intrigou o professor, levando-o a fotografar e enviar a foto da molécula ao seu amigo Robert Zoellner, professor de química da Universidade Humboldt State na Califórnia.
Depois de analisar a molécula, Zoellner publicou um artigo onde revelou que esta simples mas especifica configuração química composta por oxigénio, carbono e nitrogénio nunca havia sido vista antes.
Segundo a análise feita pela Universidade:
Se um químico sintético tiver sucesso na criação da molécula (apelidada tetranitratoxicarbono) pode armazenar energia, criar uma grande explosão, ou fazer algo intermédio, Zoellner disse: “Quem sabe?”

A Universidade alega que a molécula de Clara foi “disposta aleatoriamente”, mas a mesma afirma que a configuração foi deliberada e que as peças “se encaixam mais em conjunto e… têm melhor aspeto e todos os espaços vazios têm de ser preenchidos para que seja estável”.
Construída acidentalmente, ou não, a molécula sintetizada por Clara pode tornar-se útil no futuro, no desenvolvimento de “materiais de alta energia”, segundo Zoellner.
Fonte: Tecnologias de último grito
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